Úlceras Fatos: causas, sintomas, fatores de risco

Não há nenhuma evidência clara que sugerem que o stress da vida moderna ou uma dieta constante de fast food causa úlceras no estômago e no intestino delgado, mas eles não deixam de ser comum em nossa sociedade: Cerca de um em cada 10 muitas pessoas no mundo vai sofrem com a queima, roendo dor abdominal de uma úlcera péptica (gástrica ou) em algum momento da vida.

Até meados da década de 1980, a sabedoria convencional era que as úlceras formam como resultado de stress, uma predisposição genética para a secreção excessiva de ácido gástrico, e os hábitos de estilo de vida pobre (incluindo overindulging em ricos e alimentos gordurosos, álcool, cafeína e tabaco). Acredita-se que tais influências contribuir para uma acumulação de ácidos do estômago que corroer o revestimento de protecção do estômago, duodeno, ou esófago.

Embora a secreção excessiva de ácido gástrico, certamente, desempenha um papel no desenvolvimento de úlceras, uma teoria relativamente recente que prende a infecção bacteriana é a principal causa de úlceras pépticas. De facto, a investigação realizada desde os meados dos anos 1980 demonstrou que a bactéria Helicobacter pylori (H. pylori) está presente em mais de 90% de úlceras duodenais e cerca de 80% de úlceras no estômago. Contudo, os números mais recentes indicam que estas percentagens estão em declínio.

Outros factores também parece contribuir para a formação de úlceras. O uso excessivo de over-the-counter analgésicos (como a aspirina, ibuprofeno e naproxeno), uso abusivo de álcool, estresse psicológico, e tabagismo agravam e podem promover o desenvolvimento de úlceras, especialmente em alguém com H. pylori.

Outros estudos mostram que úlceras estomacais são mais propensos a desenvolver em pessoas mais velhas. Isso pode ser porque a artrite é prevalente em idosos, e aliviar a dor da artrite pode significar tomar doses diárias de aspirina ou ibuprofeno. Outro fator que contribui pode ser que, com o avançar da idade (o piloro da válvula entre o estômago e duodoneum) relaxa e permite que o excesso de bilis (um composto produzido no fígado para ajudar na digestão) para escoar-se para dentro do estômago e corroer a parede do estômago.